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Nova York, Nova York

A Estátua da Liberdade e Ellis Island

Veja de perto dois dos maiores ícones da história americana


As pessoas consideram a Estátua da Liberdade como um símbolo americano, mas na verdade, não é. Nascida e criada na França, ela foi destinada a simbolizar não um país, mas sim uma ideia abstrata e revolucionário: liberdade para todos, em todos os lugares.

A ideia de fazer Lady Liberty, cujo nome completo é Liberdade que Ilumina o Mundo, surgiu supostamente em um jantar em 1865, quando o anfitrião, o senador francês Edouard-Rene Lefebvre de Laboulaye, sugeriu dar um presente aos Estados Unidos em comemoração ao centésimo aniversário da Declaração da Independência. Dentro de poucos anos, o escultor Frédéric-Auguste Bartholdi recebeu uma encomenda oficial, mas as dificuldades de financiamento e planejamento atrasaram a conclusão da estátua até 1884, muito depois do centenário dos EUA.

Foi apenas em 1886 que a estátua folheada em cobre, com 46 metros de altura, finalmente ocupou seu lugar no topo do pedestal de pedra e concreto, de 27.000 toneladas. Cercada pelas muralhas em forma de estrela de Fort Wood, em Bedloe’s Island (agora Liberty Island), a estátua fica pouco menos de 2 quilômetros de lower Manhattan. O momento da chegada de Lady Liberty não poderia ter sido melhor: a partir de 1892, os EUA receberam a maior onda de imigrantes em sua história. Para muitos dos recém-chegados ao porto de Nova York, a Estátua da Liberdade se tornou o primeiro e o mais perfeito vislumbre da nova terra.

Hoje, pode-se chegar à ilha em barco turístico que sai de Battery Park. Passeios com guias levam os visitantes ao calçadão inferior de Fort Wood e depois à plataforma de observação do pedestal para que tenham uma vista para a estrutura interna da estátua, projetada por Alexandre Gustave Eiffel (famoso pela Torre Eiffel). A coroa da Liberdade já não é mais aberta aos visitantes, e sua tocha está fechada desde 1916, depois de ter sido danificada quando sabotadores alemães explodiram um depósito de munições na vizinha Black Tom Island. A tocha foi substituída na década de 1980, e a original agora está no museu do lobby.

Um pouco mais ao norte, e acessível com os mesmos barcos turísticos, Ellis Island foi a estação de processamento de cerca de 12 milhões de imigrantes, entre 1892 e 1954. A renovação de seis anos na década de 1980 resgatou Ellis Island do desuso, transformando-a em um memorial em movimento e centro interpretativo, onde um complexo banco de dados computadorizado permite aos americanos pesquisarem sua origem e refazer a chegada de seus antepassados.

Uma boa vista para Lady Liberty e o horizonte de Manhattan também pode ser obtida no Staten Island Ferry, que trafega de ida e volta do bairro mais externo de Nova York e é grátis também. Para um passeio mais longo, a Circle Line oferece passeios em torno do porto ou ao redor da ilha de Manhattan—é’ um clássico de Nova York.

Essa ideia de viagem pode ser encontrada em:

1.000 lugares para ver nos Estados Unidos & no Canadá antes de morrer©

Para informações completas sobre os locais mencionados aqui, além de muitas outras ideias de viagens nos Estados Unidos, veja o best-seller de Patricia Schultz.

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